Como escolher o regime tributário da sua empresa
MEI, Simples Nacional, lucro presumido ou lucro real: o que cada um significa e o que olhar antes de decidir.

O regime tributário define como a empresa calcula e paga os impostos sobre o que vende e sobre o lucro. Não existe um regime melhor para todos. O que existe é o regime que pesa menos para a sua atividade, com o seu faturamento e as suas despesas.
Os quatro caminhos mais comuns
- MEI: para o empresário individual com faturamento até o limite definido em lei. Paga uma guia mensal de valor fixo e tem poucas obrigações.
- Simples Nacional: reúne vários impostos em uma guia, calculada sobre o faturamento. É comum entre micro e pequenas empresas.
- Lucro presumido: o imposto sobre o lucro é calculado com uma margem presumida em lei, de acordo com a atividade.
- Lucro real: o imposto parte do lucro apurado na contabilidade, e permite aproveitar créditos de alguns tributos.
O que olhar antes de escolher
- Quanto a empresa fatura e quanto deve faturar nos próximos meses.
- A margem de lucro real: quanto sobra depois das despesas.
- O peso da folha de pagamento no faturamento.
- O tipo de cliente: empresas que compram podem se beneficiar de créditos de imposto.
- A atividade: algumas só podem ficar em certos regimes.
Erros que custam caro
O erro mais comum é escolher pelo que o vizinho escolheu. Outro é nunca mais revisar: a empresa cresce e o regime que compensava deixa de compensar. A revisão deve acontecer ao menos uma vez por ano, com números fechados, e dentro do prazo que a lei dá para a opção. Consulte a Creare para o prazo do ano.
A Creare compara os cenários com os dados reais da sua empresa e explica o resultado em linguagem simples, antes de qualquer mudança.
Este guia é informativo e não substitui a análise do seu caso. Regras e prazos mudam, então confirme com a equipe da Creare antes de decidir.
Quer aplicar isso na sua empresa?
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